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Não vou falar do Blue Screen of Death, mas sim do “Blue Screen of Death”. Estarei maluco? Não, porque o BSoD é o meu computador antigo.
Finalmente mudei para Mac OS X. Não podia estar mais feliz com ele! Além da interface gráfica magnífica que o caracteriza, tenho programas para fazer tudo o que quero, até bloggar (estou a escrever este artigo no MarsEdit). Isto tudo com a segurança que caracteriza qualquer sistema UNIX. Mas o que mais me surpreendeu no Leopard foi os recursos de rede dele.
Ontem passei o dia todo a configurar os PC em Windows (instalei o Leopard à noite) para partilharem pastas e uma impressora. Hoje, liguei o Leopard, pus o kext da placa ethernet (aqui só sistemas aos retalhos) e qual não é o meu espanto quando me aparece na barra lateral do Finder o BSoD e as pastas que têm a partilha activa (tenho que ver se consigo por o teclado com as teclas todas no sítio, que estarem trocadas não dá jeito nenhum para quem já está habituado). Ou seja, bastou-me instalar o Leopard e ele automaticamente configurou as partilhas. Nada mau, especialmente quando se vem de 1 dia inteiro a fazer o mesmo à mão em Windows.
E por acaso, a imagem que o Finder atribui ao BSoD veio mesmo a calhar: um BSoD!











