Hoje festejo

Filed Under (Blog) by agfrg on 20-02-2008

Tagged Under : , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Hoje festejo muita coisa. Nomeadamente o post número 13 (este mesmo) aqui no blog. É pena que seja uma quarta feira, pois seria muito mais engraçado se tivesse sido a uma sexta.

Pus a mão na consciência e conclui que voltaria a fazer tudo como fiz, uma vez que estou satisfeito com os resultados. Hoje, o dia em que atingi o post número 13, aquele com o mítico número do azar, celebro a visita número 100 desde que mudei para o host do WebTuga. Festejo também os 8 leitores da feed RSS, que mais que duplicaram desde ontem (ontem tinha 3).

Olhando para trás já falei de política, educação, tecnologia e até de cães clonados. Aparentemente alguém gosta do que eu escrevo, portanto vou continuar a fazê-lo. A minha falta de vergonha a escrever vai continuar, criticarei quem tiver que criticar, falarei mal do que tiver que falar mal, mas também faço o contrário se for preciso, não me peçam é para adoptar o meio termo de estar calado e não escrever o que penso.

Dirigindo agora a palavra aqueles 100 leitores e 8 subscritores da feed (nos quais eu não me incluo), obrigado a todos por lerem esta espécie de blog, e, em especial, obrigado aqueles que o lêem frequentemente.

Agora uma pequena citação sobre esse número que é o número 13, retirada do site Terra:

O significado mágico do número 13
O número 13 representa o recomeço, já que é o número do sistema organizado e do término. Este número é o símbolo do determinado e particular, associado à finalização (benéfica).

Ele representa a chave do conjunto fechado (acabado, finalizado). É temido, pois tem a força de gerar algo bom ou ruim. Para os judeus, o 13 indica a evolução ou o destino (em direção da morte ou destruição, visto que este é um numero limitado, fazendo com que “todos os esforços sejam interrompidos”). Também é considerado um número marginal, que foge à regra, pois está relacionado com a iniciação. O 13 representa a eterna escalada de Sísifo com o rochedo em direção ao alto da montanha.

Décima terceira carta do Tarot - A Morte
O número 13 está associado à lâmina do Tarot - A Morte e é considerada uma das mais intrigantes do Tarot. O número 13 é negativo e fatalista para alguns; para outros, é um número de sorte. Sugere transformação, renovação e transmutação. Esta carta não significa necessariamente uma mudança negativa. Pode estar ligada a fatos agradáveis: casamento, nascimento, mudança para outro país. Mas é quase sempre o fim de uma antiga forma de vida.

Ah, e já quase que me esquecia, também celebro hoje o meu 17,3 a Biologia e Geologia, naquela coisa chamada de Teste Intermédio.

E é isto que nos vai preparar?

Filed Under (Educação) by agfrg on 13-02-2008

Tagged Under : , , , , , , , , , , , , ,

Andam por aí umas coisas novas do ministério, chamadas de “Testes Intermédios”. Gosto particularmente do efeito que provocam nos estudantes, o pânico por virem do GAVE (aos pais que estiverem a ler, substituam o papão pelo GAVE). A outra coisa que gosto neles é a palavra intermédio.

Não me pareça que intermédio seja a palavra correcta para os caracterizar. Acho que se deviam chamar “Testes Aumenta-Estatísticas”. Isso sim era o nome correcto para ele. Parece-me a mim que não passam de testes para aumentar um pouco as estatísticas, pois testes onde não sai metade da matéria dada e que se intitulam de Intermédios não podem ser a sério. Mas aqui o que interessa não é preparar os alunos para os exames (como eles afirmam nas suas puras intenções) mas sim aumentar o número de positivas para ficar bem ao lado dos colegas europeus.

Gosto também particularmente da permissão do uso da calculadora gráfica sem qualquer tipo de restrição. Ora eu, que ontem cheguei a casa cansado não estava com vontade nenhuma de estudar e passei o meu cérebro à calculadora. Infelizmente não passei quase nada, mas como já sabia que não ia ser o único, deixa lá levar o cabo da calculadora e arranjar dos outros. Resultado, tinha toda a matéria na calculadora, menos uma coisa que logo por acaso tinha que sair. Mas como não fui o único na turma, já se sabe, calculadora salvou-nos a todos…

Mas gostei particularmente do facto de apesar de não ter estudado apenas ter usado os apontamentos na calculadora para 2 das 17 perguntas. Ora se quem não estuda consegue responder a 15 das 17 perguntas do teste sem recorrer a nada, isto leva-me a crer que o teste foi mesmo feito para quem nada sabe valorizar, e subir as estatísticas.

Agora falando do pânico, não percebo o porquê desse pânico. Percebo os nervos que se leva para um exame nacional, agora estar com o dobro dos nervos num teste apenas porque vem do GAVE não percebo nem quero perceber. Vale o mesmo que os outros, tem a mesma matéria que teria um feito pelos nossos professores, além de serem historicamente mais fáceis.

Mas pronto, vamos entrar em pânico que o papão do GAVE fez o teste. Por outro lado o GAVE também faz os programas (programas esses que todos os meus professores criticam) que os nossos professores leccionam e pelos quais se têm que reger para fazer os testes.

Para aqueles que tiverem interessados falo do Teste Intermédio de Física e Química A do 10º/11º Ano, e se estiver correcto devo ter um 1, tendo em conta que nos outros testes nunca tive acima de 16,5. Mas pronto, é do GAVE, logo é outro monstro diferente.